Garça contemplada com Circuito Cultural Paulista

•27/01/2012 • Deixe um comentário

Circuito Cultural Paulista realização da APAA _ Secretaria de Estado da Cultura em parceria com a Prefeitura de Garça.

  • A edição 2012 do Cicuito terá início no dia  23 de Março as 20 horas com o espetáculo ” Partituras “ de Christiane  Matallo

Internacionalmente conhecida instrumentista e bailarina de sapateado

Acessem :www.christiane-matallo.com.br .

No dia 21 de abril -15 horas - Cia. Base  cia.de circo que trabalha com balonismo . O espetáculo ” Mulheres do Sol “será apresentado no Parque da Conha Acústica ( Lago) e deverá receber  grande público de Garça e região pelo ineditismo do trabalho . O espetáculo é sem duvida maravilhoso .

acessem www.teatro.base.nom.br/ e obtenham as fotos em alta resolução .

 

Durante tres anos a cidade foi contemplada pela Secretaria de Estado da Cultura com o Projeto Circuito Cultural Paulista recebendo mais de 40 espetáculos das mais diversas linguagens artísticas,  reunindo um público local, da região e área rural de aproximadamente 15.000 pessoas democratizando o acesso da população à cultura -meta norteadora da atual  política cultural desenvolvida pela Administração.

Um trabalho dedicado ao futuro e que consolida parcerias como a imprescindível participação da Imprensa Local seja na divulgação dos trabalhos e na cobertura da agenda cultural .

 

 

Garça recebe Festival Permanente do Minuto

•23/01/2012 • Deixe um comentário

 

A Prefeitura Municipal, por meio da Secretaria de Cultura, exibirá no mês de março o Festival do Minuto 2012  .

Uma vez por ano, o Festival do Minuto seleciona os melhores vídeos – dentre os milhares recebidos – para exibição em todo o Brasil. Durante uma semana do mês de março, os melhores minutos do ano anterior são exibidos em mais de 500 centros culturais de mais de 200 cidades de todo país.

A exibição local com 50 minutos em vídeo dos trabalhos selecionados ,acontecerá  na Biblioteca Pública Municipal –Sala Multimeios com horários disponíveis para agendamento das Escolas e Instituições de Ensino Superior de nossa cidade .

3ª feira-20/03 das   15 ás 16 horas , 18 ás 19 horas

5ª feira-22/03 das   15 ás 16 horas , 18 as 19 horas

6ªfeira -23/03  das   15 as 16 horas

Sábado – das 09 as 10 hs

O  acesso é gratuito .

A Secretaria de Cultura organizará  o Festival do Minuto Garça a ser lançado em Março concomitante ao Festival. A premiação , temática e detalhes do Proejto será divulgado nas imprensa local no final de fevereiro. Participem !

 

  • Sobre o Festival do Minuto

O Festival do Minuto foi criado no Brasil, em 1991, e é hoje o maior festival de vídeo da América Latina, tendo inspirado festivais semelhantes em mais de 40 países. Na Holanda existe desde 1993, vinculado ao Sandberg Institute, importante escola de arte localizadaem Amsterdam. A partir do evento brasileiro surgiram Festivais do Minuto em mais de 50 países, cada um com dinâmica e formato próprios.

 

O Festival é uma das marcas culturais mais conhecidas do país e um grande revelador de talentos do audiovisual brasileiro. O acervo do festival inclui vídeos de inúmeros realizadores que hoje são conhecidos pela produção de longas-metragens, como os diretores Fernando Meirelles (Cidade de Deus, O Jardineiro Fiel), Beto Brant (O Invasor) e Tata Amaral (Um Céu de Estrelas, Antônia).

O Festival do Minuto tem apoio do PROAC Secretaria de Estado da Cultura.

Mais Informes : Secretaria de Cultura – Rua Minas Gerais ,180 – fone ; 34710210.

www.culturagarca.wordpress.com

Facebook  – cultura garça

 

 

Projeto Viola da Hora -Dia 14 de janeiro – 29a. edição

•08/01/2012 • Deixe um comentário

Em seu quarto ano  de existência, o Projeto  retorna  neste fim de semana na Praça da Matriz.
O Projeto “Viola da Hora”é  resultado da vontade de uma comunidade  e  desenvolvido pela Prefeitura Municipal de Garça.

Proteger, zelar e preservar a identidade da cultura tradicional são aspectos da missão do Projeto Viola da Hora, onde todos os participantes que expõem seus trabalhos ali sabem o valor que têm e conhecem sua própria história, repassando tranquilamente o conhecimento para os que chegam; em um formato de educação pura – tarefa de vida que se insere no cotidiano com a delicadeza de uma filigrana.”

O Projeto caminha para sua  29ª. Edição, tendo como mestre de cerimônia   o artista “ Chico Vieira “ .

Mestre de Cerimônia Chico Vieira e sua inseparável Zabumba

Acontece sempre  no segundo sábado de cada mês, quando   há décadas ocorre  notória   característica cultural -  as ruas de nossa   cidade  despertam com a visita festiva e colorida do pessoal do campo e ambos no estreitar de laços, e peculiaridades permitem a troca de aprendizados e experiências mantendo vivo o que é próprio de cada humano, isto é, a essência da cultura.

A sistematicidade do Projeto permite uma colheita ímpar de informações seja pelas páginas da histórias artísticas  dos músicos que ali se apresentam ou  pelas prosas  semeadas  no decorrer do evento  e que protagonizam a história da cafeicultura em nossa cidade.-A maioria dos espectadores do Viola da Hora  trabalharam em propriedades rurais e contam com muitos detalhes  histórias de nossa cidade –bonito de se ouvir e principalmente documentar.

A Culinária Local recebe atenção especial  – a cada edição uma receita é servida  ao público presente e  sempre acompanhada  por um “cafézinho da hora”  O sabor e o cardápio ficam por conta  de  Dona Edna Calixto Santos , reconhecida mestre do fazer na linhagem  cultural da culinária tradicional de nossa cidade .

Participem e prestigiem  os valores de nossa cultura .

Dia 14 de janeiro –

Local_ Praças Rui Barbosa

Realização – Secretaria Municipal de Cultura  e Artistas Locais e Regionais .

         Parceria : Associação Movimento Pro Cultura – Núcleo de Pesquisas da Cultura Tradicional

Administração empossa Secretária de Cultura

•05/01/2012 • Deixe um comentário

 

na foto esq /direita - Sr.Edmar , Rodrigo ,Susy , Prefeito Cornélio e. Cláudia

Administração empossa Susy Mey Truzzi como secretária de Cultura(  fonte -Jornal Comarca )
A consolidação da Secretaria aliada à sua experiência e parcerias, confirma o amadurecimento da cultura garcense

Desde a última sexta-feira, 30 de dezembro, Garça passa a contar com uma secretária de Cultura. Até então diretora de Cultura, Susy Mey Truzzi foi nomeada pelo prefeito Cornélio Marcondes para assumir a… pasta e assim dar seguimento a um trabalho que só vem trazendo benefícios ao cenário cultural do município.

“Nos últimos anos consolidamos a Secretaria e esperamos avançar ainda mais a partir de agora”, comentou. De acordo com Susy, as alterações propostas pela administração nesta área denotam uma fase de amadurecimento: “A cultura é algo institucional, onde não se utiliza o ponto final e é sempre processual. Nós temos que fortalecê-la neste aspecto”.

Assim, para a secretária, todo esse processo de amadurecimento deverá ser sentido a partir deste ano com a implantação do Sistema Municipal de Cultura, do Fundo Municipal de Cultura, da Lei de Incentivo e de outras ações programadas, com trabalhos de formação e com um relacionamento mais intenso com a Escola Municipal de Cultura Artística (EMCA). “A cultura de trabalha com olhar direcionado à cidade como um território único dialogando com a comunidade do centro à área rural

O prefeito Cornélio destacou a experiência da secretária da Cultura, e o desafio de juntos ampliarem as parcerias, atendendo um número cada vez maior de crianças e jovens em ações culturais.

Para o vice-prefeito Rodrigo Funchal, com Susy à frente da Secretaria de Cultura, Garça ganha duas vezes. Primeiro porque garante à Secretaria de Desenvolvimento Econômico avançar ainda mais, com a total dedicação do secretário Edmar e à pasta de Cultura um maior desenvolvimento através da linha de trabalho que já vinha sendo implantada pela atual secretária.

Dia 10 de Dezembro às 9 horas Projeto Viola Da hora – Praça Rui Barbosa

•17/11/2011 • Deixe um comentário

PROJETO VIOLA DA HORA

 

Projeto “Viola da Hora” acontece em todos os segundos sábados de cada mês na Praça Rui Barbosa (Praça da Matriz – Localização Central da Cidade),  promovendo o encontro de Artistas locais (Violeiros, sanfoneiros, contadores de causos, culinaristas e apreciadores em geral), cujo intuito é celebrar e preservar a Cultura Tradicional, mais precisamente das raízes Caipiras.

 

DIA 11 de Dezembro às 20 horas Circuito Cultural SESI apresenta:

•30/10/2011 • Deixe um comentário

ALGARAVIA

Criado no início de 2006, o grupo Algaravia é formado por Bruno Cabral, Eloá Gonçalves, Rafael Thomaz, Ricardo Lira, e Fábio Augustinis, todos ex-alunos do curso de música da Universidade Estadual de Campinas (UNICAMP).

Com repertório que inclui compositores como Villa Lobos, Marlos Nobre, Debussy, Piazzolla, Ravel, Camargo Guarnieri, o grupo pretende divulgar principalmente obras do século XX para um público que muitas vezes não tem acesso às salas de concerto.

Desde sua formação, o Algaravia já se apresentou em locais como Jazz do Rosário, evento realizado pela Prefeitura de Campinas; SESC Pompéia; 1º Primma – Primavera Musical da Mantiqueira, realizada em Gonçalves-MG; Auditório do Instituto de Artes-UNICAMP e Casa de Cultura de Matão (SP).

No ano de 2009, foi selecionado pelo projeto de incentivo à cultura da cidade de Campinas – FICC, para gravar seu primeiro disco intitulado Algaravia, que conta com as participações especiais de Naylor Azevedo (Proveta), Maria
José Carrasqueira e Ivan Vilela.

O grupo Algaravia é formado pelos seguintes músicos: Bruno Cabral (saxofones soprano e tenor), Eloá Gonçalves (piano e acordeon), Rafael Thomaz (violão e guitarra), Ricardo Lira (contrabaixos acústico e elétrico) e Fábio Augustinis (bateria e percussão).

Entrada Franca  mediante retirada de convites com antecedência na ACIG e na Secretaria de Cultura
Mais Informes : 14 34710210 //34713365
Realização : SESI em parceria com a Prefeitura de Garça

Mapa Cultural Paulista -A Hora e a Vez de Literatura

•18/09/2011 • Deixe um comentário

Garça sediou a Fase Regional em Dança com a participação de 08 grupos e um total de 100 bailarinos  concorrendo .A cidade de Ourinnhos venceu com o grupo  Cia. Experimental os Guardiões, seguida por Assis  Grupo Body Hits e Garça comtemplada e m  terceiro lugar  com a belíssima coreografia  contemporânea da garcense  Laura Gimenes.

A Hora e a  Vez da Literatura

A cidade de Tarumã  receberá no dia 30 de outubro os candidatos à Fase Regional na área de Literatura : contos , poesias e crônicas .

Cinco  Garcenses : Letterio Santoro , Silvio Felipe , Leonor Zago , Fagner Sitta e Veridiana Sganzela concorrem apresentando seus trabalhos .

Confira ,abaixo ,os trabalhos selecionados na Fase Municipal por meio de Comissão Julgadora formada por :

  • Rodolfo Arruda Leite de Barros:
  • Doutorando em Ciências Sociais pela UNESP-Marília. Mestre em Ciências Sociais pela UNESP (2007), bacharel em Filosofia (UNESP) e Direito (UNIVEM). . Na área de Sociologia tem-se especializado em Sociologia Contemporânea, Teoria Social, Teoria Crítica, Epistemologia das Ciências Sociais e Teoria Sociológica. Administrador d Blog literário – www.redundancias.wordpress..com
  • Roberto Reis de Oliveira:
  • Doutor em Comunicação Social pela Universidade Metodista de São Paulo, tem Graduação em Comunicação Social – Jornalismo pela Faculdade de Arquitetura, Artes e Comunicaçação/Unesp/Bauru. É docente do Curso de Comunicação Social e do Programa de Pós-Graduação em Comunicação da Universidade de Marília. É editor da Revista Comunicação: Veredas, do Programa de Pós-Graduação em Comunicação da Universidade de Marília. Faz parte do Banco de Avaliadores do Instituto Nacional de Ensino e Pesquisa "Anízio Teixeira" – Inep/MEC. Tem experiência na área de Comunicação, com ênfase em Teoria e Sociologia da Comunicação, Métodos e Técnicas de Pesquisa em Comunicação,Mídia Regional e Orientação de Projetos Experimentais/Trabalhos de Conclusão de Curso. Pesquisa os fenômenos e as configurações da mídia regional e local. Publicou artigos em periódicos nacionais e internacionais sobre o assunto.
  • Nancy Guanaes Bonini:
  • Possui graduação em Letras Vernáculas e Inglês pela Universidade Estadual Paulista Júlio de Mesquita Filho, graduação em Pedagogia pela Universidade de Marília e com Mestrado em Educação pela Universidade Estadual Paulista Júlio de Mesquita Filho. Desenvolveu atividades docentes e de capacitação de pessoal em serviço na educação pela Delegacia de Ensino de Garça.É professora da Faculdade de Tecnologia de Garça (FATEC) desde a sua implantação em Garça e responsável pela implantação do Curso de Tecnologia em Produção. Atualmente coordenadora do curso de Tecnologia em Mecatrônica Industrial. Tem experiência na área de Educação, atuando principalmente nos seguintes temas: leitura alfabetização, literatura infanto-juvenil, leitura e aprendizagem, Língua Portuguesa, Língua Inglesa e desevolve e coordena o Projeto de Alfabetização de Adultos (Escrever e Ler : Educação Básica) FATEC-Garça. Participa do Grupo de Contadores de Histórias PIRLIMPIMPIM, Garça – SP, com o objetivo de estimular a audição de histórias e incentivar o gosto pela leitura

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POESIAS :

  •                                                      CAOS HUMANO-Autoria : Silvio Felipe

Como ser humano

Desenho planos de salvar-me

Medianos planos

No meio dos anos

 E por séculos e séculos; arróto solidão

Como um ser humano

Destruo o ambiente

Alimento-me do medo do meio ambiente

Poluo os mares, os lares, os cálices

Vértice e vórtice do mundo são

Mundo cão, mundo “cumpadi” sentado na porta da solidão,

Poluo as costas,  encostas ,os oceanos

Derreto as geleiras com o gás da minha geladeira

Funciono minha enceradeira com o afeto que se encerra

Em meu peito juvenil

Sou um “patridiota”

Mato o meu semelhante com tiros em escolas porque não

Soube amar

Afasto a dor e causo dor

Não sei amor

Matei o urso polar

Matei os índios americanos

Catequizei os índios brasilis

Sou um ser humano

Não reconheço a mãe áfrica

Ignoro ser negro, branco, amarelo

 Prefiro ver novela, não enxergo favela

Só afivelo meu  ”sinto”  no meu umbigo universal do reino de deus

Quanto ódio eu gero antes de beijar?

Quantos tapas dou antes de tapar meu braço?

E calar minha voz de ódio

Quão odioso sou. mato e não como

Corro e não venço

Sou uma prateleira de prozacs, rivotrils,olcadils

Estou dopado de felicidade

Dopado de certezas

Dopo minha alma para que ela não sinta dor

Não quero ver a vida

Não quero respeitar a vida do outro

Quero vencer, ter um carro caro

Um pulmão cheio de catarro e poluição

Vou queimar toda a amazônia

Em minha lareira de madeira colonial

Vou queimá-la antes que o homem das Américas a faça de quintal de sua casa embranquecida

Sou um ser humano

Vou ter filhos para deseducar

Vou colocar nomes neles cujos quais nem sei pronunciar

Jenifi, carolaine, jamis, mikail jacks com “bousa famia” garantida

Não sei para quê vim aqui

Não sei aonde vou depois daqui

Só sei que estou aqui e aqui ficarei

Até o fim, até enxergar o fim

Mas, não há de sobrar nada

Mas, não há de sobrar nada

Pois eu vou quebrar tudo, eu vou, eu vou

Pois eu vou quebrar tudo, eu vou, eu vou

Alguém pode me ensinar amar? A não ser eu

Alguém pode me ensinar a perdoar?  A não ser eu

Alguém pode me ensinar a proteger a natureza? A não ser eu

Estou numa rota de colisão

 Estou morrendo de ódio na escola sem saber

Eu preciso me reconhecer em mim mesmo

Eu preciso aprender a ser semelhante

Quem poderia me ajudar a importar-se com minha pátria mãe gentil

Gentilezas à parte

Quero colo, quero solo, quero útero de novo

Preciso renascer homem bom e justo

Quero poesia, quero arte quero o coliseu (Eros e Apolo)

Ser humano inteiro

Ser mortal enquanto duro e imortal quando morto

Posto que eu seja humano

Nascer de útero novo

Recomeçar a ser renovo

Renascer de mim.

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  •  Soneto ao Pôr-do-Sol- autoria :Fagner Roberto Sitta da Silva

Astro rei já baixou no firmamento

trazendo cores quentes ao poente,

e com nuvens varridas pelo vento,

antes que a grande escuridão se assente.

Enquanto isso, nutria o pensamento

de que somos pequenos, nada frente

a este espetáculo do movimento

do grande astro que segue indiferente.

Tudo mergulhará na solidão,

mas com luzeiros mil pela amplidão,

num lusco-fusco sobre o breu profundo.

E escurece… mas fico inda pensando

que em minha terra Deus está pintando

os mais belos crepúsculos do mundo.

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  • Mulher  – autoria Leonor  Zago

 Quando a onda chega na praia

Estoura com magia em brancas espumas

Vem doce, faceira com encantos que murmuram

Saciar a natureza bem sonora e delicada

Em estado de prece, fecunda…

Deixa no ar o efeito feroz da maresia matinal

Que cobre com encanto o poema do poeta

Pois, transfigura em doces rimas o retrato da mulher

Na alma que renasce com o brilho da aurora

Que invade fogosa e trêmula…

No esplendor do sorriso do fidalgo

E se afoga na doçura murmurante

Onde fascina o lirismo que ali desperta

Em profundo êxtase na melodia do amor

Como cobrisse a terra num gesto triunfal

Na conquista da ternura tu acolhes

Com sabedoria apresenta a mulher

Vieste serena em delírio para transformar

Seus efeitos misteriosos que enobrece

O toque que repousa a Deusa inspirada,

Mas que em seus braços embala o segredo

De se sentir e descobrir Mulher.

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 CRÔNICAS:

MEU GRANDE QUARTO DE BRINCAR

“São mitos do calendário / Tanto o ontem como o agora / E o teu aniversário / É um nascer toda hora” (Carlos Drummond de Andrade)

Esses dias ouvi uma expressão, também drummondiana, que me chamou muito a atenção: fixação sentimental. Acreditoque isso resume perfeitamente todo esse oitentismo e saudosismo que eu sempre sinto. Imagino que quem convive comigo deve estar farto dessa minha mania de ficar remexendo o que já foi, mas dessa vez vou tentar não aborrecer ninguém, mas sim fazer uma pequena homenagem a um lugar que marcou bastante um bom pedaço dessa minha curta vida de 30 anos: a loja A Eletrônica, que um dia foi do meu avô Antônio Sganzela (e também, por um tempo, do seu amigo e sócio Nelson Kerges), e depois do meu tio Carlão. Um pouco diferente das recordações precisas e históricas da minha mãe, o que eu tenho são lembranças de criança, são momentos que me remetem às tais fixações sentimentais.

Eu nunca levei aquela loja a sério. No bom sentido. Quando criança, eu nunca a vi como uma casa de comércio, muito menos como um local de trabalho. Eu a via realmente como um grande quarto de brincar, com suas prateleiras lotadas de bonecas, bibelôs, panelas, potes, potinhos, potões, ferramentas, talheres, vasos, jarras, porta-isso, porta-aquilo… Para mim tudo era brinquedo. Talvez as coisas com as quais eu nunca tenha brincado foram com os violões, porque eu era pequena demais para segura-los, porque eles ficavam pendurados lá no alto ou porque meu tio sabia que violão em mão de criança arteira não prestava. Mas confesso que “testei” muita coisa daquela loja – desde aqueles jipinhos com pedais até aquela pistolinha de acender o fogão, o Magiclick. Aliás, era só botar um Magiclick na minha mão e eu tinha diversão garantida durante boa parte da tarde. Como aquilo tinha mesmo forma de pistola, eu me sentia “a justiceira” atirando nos homens maus.

E antes que a minha prima Evelyn diga que eu me esqueci dela, não tinha como esquecer, pois bastava a gente se encontrar na casa da minha avó para que ela viesse com essa: “Vamos brincar de lojinha?”. Aí as duas pirralhas ficavam transitando pela Eletrônica fingindo que uma era a atendente e outra era a “madame” que comprava. Mexíamos na caixa registradora para darmos nossos trocos imaginários, usávamos retalhos de papel de presente para fazermos as notinhas e acabávamos com as fitas, daquela quase secular, máquina de escrever (Remington? Royal? Não tenho certeza). E tudo isso em meio ao entra e sai dos fregueses de verdade. Eu não sei como o meu tio tinha paciência. Eu não teria! Mas o meu nonno já não era tão tolerante, porém até das suas broncas achávamos graça.

A gente só dava um tempo de atazanar na loja quando era hora de tomar café na casa da dona Valentina – a loja e a casa da minha avó eram literalmente grudadas, o que aumentava ainda mais as possibilidades para inventar brincadeiras. Creio que eu só não bagunçava com as imagens dos santos, talvez por medo de ser castigada, porque de resto, em tudo eu mexia, em tudo eu fuçava.

Dentro daquele prédio de número 168 na Rua Heitor Penteado, eu me sentia dentro de um outro mundinho; tudo eu queria ver, em tudo eu queria botar a mão. E cada brincadeira, cada tilintar daquela velha e bela caixa registradora, cada vez que a loja funcionava à noite nas semanas que antecediam o Natal, cada passa-fora do meu avô, cada piadinha do meu tio, cada reencontro com os primos, tudo isso traz à minha memória, não apenas a imagem empreendedora de uma família, um estabelecimento respeitado ou um nome que foi se consolidando através dos anos, mas especialmente me leva de volta à minha “Disneylândia” – a melhor e única que eu poderia querer.

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  •  Anjos Rebeldes-Leonor Zago

 Época dos anos 60, jovens com novos anseios, expectativas, projetos em mente. Quando adolescente, eu jamais poderia esquecer de fatos marcantes que registraram esta fase de estudos no colégio Santo Antônio.

Relembro com alegria de alguns personagens desta época, é emocionante e surpreendente reviver certas ações que as jovens demonstravam em nossa fase estudantil.

Enquanto revelo, sinto a emoção desta presença de atitudes que cunharam de Anjos Rebeldes. Algumas curtiam os artistas da época, carregavam nas alças de seus uniformes a foto de Elvis Presley. Quando a irmã descobria, corria com o sino na mão até o banheiro do colégio e lá se escutavam a descarga “Vrum!” Lá se ia nosso Elvis. Pulavam o muro da escola em sinal de protesto e eram atuadas com deveres e penalidades. Nunca me esqueço que no dia do desfile cívico notava nos uniformes das alunas que suas medalhas de Santo Antônio estavam de ponta cabeça, promessa esta para arranjar um lindo namorado.

Em nossas aulas, quando o professor lecionava, num momento virava suas costas, as alunas imitavam seus gestos e ao virar para as alunas, estas mantinham suas maneiras e postura.

No laboratório durante as aulas de química eram terríveis os Anjos Rebeldes, pois em experiências realizadas furavam com ácido a sola de seus sapatos, e no momento em que se usava o retroprojetor no escuro, faziam sombras com as mãos, encenavam coelhos, borboletas, patos, cachorros e outros. Neste laboratório atrás da porta existia um esqueleto que era conhecido como Rogério, este era muito famoso e querido pelas alunas deste colégio, até se comentava que ele era muito charmoso.

Durante o recreio nunca me esqueço que sempre existia alguém de olho em minha maçã, pois queriam trocar de lanche.

Nas aulas de Educação Física demonstravam habilidades de ginástica, mais encenavam do que realizavam os exercícios.

Relembro-me de uma aluna muito especial, pois era a aluna que mais se dedicava nas festividades escolares, como quermesse e outros eventos.

Estes Anjos Rebeldes, em suas atitudes eram verdadeiros “mestres em arte”, mas que quando necessário demonstravam união e a solidariedade.

Certa época perdemos uma grande amiga que faleceu depois de nossa formatura. Foi emocionante e marcante a manifestação de carinho neste velório. Fiquei comovida pela demonstração das emoções de todas as alunas. Como os Anjos Rebeldes marcaram época com seus feitos.

Quando a escola saia em desfile se destacavam como a melhor escola da cidade em postura, uniformidade e pela manifestação harmônica de nossa fanfarra. Em competições de jogos regionais ou locais, ganhávamos troféus, pois demonstravam grandes talentos. Em concursos de poesia, salientavam a força lírica demonstrando a visão literária inserida na época e na realidade apresentada. Quando havia manifestação na capela desta escola era grande a demonstração de religiosidade conduzida pelas alunas a cada término da oração se ouvia um som estridente: “Amém, Amém!!”.

Fatos marcantes que não me saem da memória, é que hoje estas personagens se tornaram os verdadeiros heróis da nossa realidade social.

Anjos Rebeldes que nas páginas de nossa história deixaram registradas no palco da vida o sentido de uma época inserida na razão da consciência de uma adolescência muito vivida e curtida.

Gostaria de dar ênfase a esta época, pois na janela do tempo ficaram marcas de uma juventude que soube viver alimentando as emoções com as passagens de uma vida suave e bela, em controvérsia às violências, mortes, drogas, mas na maneira sincera de viver e ser feliz.

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  • AVENTURA INESQUECÍVEL- autoria : Letterio Santoro

   – “E não é que as duas meninas apanharam a chave da casa e adentraram com facilidade? Sabe como é em cidadezinha do Interior: deixa-se a chave debaixo de um vaso e sai-se sem preocupação. As duas amigas não tinham mais do que dez anos, mas elas queriam conhecer aquela casa por dentro, já que era tão linda por fora. Estavam tão curiosas quanto os súditos populares da rainha da Inglaterra em percorrer as instalações do castelo de Windsor. Fechada a porta, as duas crianças sentiram-se as próprias filhas da dona da casa, ou do palácio, que era onde elas imaginavam se encontrar, logo que passaram a porta.

            “Primeiro, tudo parecia brilhar, tantos os espelhos e cristais que seus olhos depararam na grande sala. O lustre fascinou-as de tão lindo. Por não terem muito tempo, elas precisaram se apressar. E por descobrirem tanta coisa para ver e admirar, queriam aproveitar ao máximo. Na sala enorme, quantas estatuetas que, diante dos espelhos, pareciam multiplicar-se!  Quiseram pegá-las: que perfeição! E viram-se a si mesmas. E gostaram de se ver refletidas. Mas sentiram o contraste de suas vestes com as das filhas da dona da casa.

“E correram para os quartos. Mexeram até encontrar os vestidos…da senhora. Meu Deus, que tecidos! Que estampas! Apressaram-se a vesti-los com um prazer indescritível. E desfilaram diante dos espelhos do quarto com aquela indumentária ao mesmo tempo chique e ridícula, pois as roupas lhes iam até os pés. Elas, porém, com os colares e outras jóias que acharam em lugares escondidos, sentiram-se, por alguns instantes, duas princesas, preparadas para sair com a rainha de carruagem. E com aqueles trajes, e rindo de felicidade, sem palavras, mas com muita emoção, dirigiram-se à cozinha da mansão.

“A cozinha era, com a copa, muito maior que suas casas de madeira. E foram abrindo, mais com pressa que com fome, a enorme geladeira, recheada de delícias de todo tipo. Avançaram nos danoninhos que se empilhavam ao lado do pudim, do leite e da comida. Que delícia! Que abundância! Que variedade! Arrebentavam os copinhos, e sorviam com voracidade o líquido que lhes caía das bocas, e se derramava pelos vestidos de luxo, sujando as preciosidades de ouro e os anéis de brilhantes. Maria e Joana, a branquinha e a negrinha, riam a mais não poder, inebriadas pela aventura inesperada, pelas surpresas indizíveis, pelos prazeres experimentados.

“Com ricas tiaras nas cabeças, as meninas puseram-se a desfilar da cozinha de volta para a sala dos espelhos, onde tornaram a se admirar. Aí viram que eram crianças bonitinhas, como as filhas da dona da casa. Pena que elas não podiam andar de bicicleta como aquela! Depois se despiram das vestimentas, ajeitaram-se e, com cuidado, saíram pela porta da frente. Começava a noite. Protegidas da luz pela escuridão de uma árvore, lá fora ainda atiraram ao chão, como inúteis, os penduricalhos ricos que a senhora pôde reaver com certo alívio.”

- “E o que aconteceu às crianças, Sônia, conte para mim. Aposto que foram denunciadas, fez-se boletim de ocorrência, abriu-se processo no Fórum, e elas, com os familiares, tiveram de comparecer diante da Justiça”.

- “Exatamente. Que pena! A dona da casa, uma professora, não entende nada de crianças. Só pensa nos seus bens. Uma palavrinha dela às meninas seria mais proveitosa que o BO na Delegacia. Agora elas não vão à escola, por vergonha das colegas. Mas, de qualquer maneira, ambas jamais deixarão de se lembrar daquela aventura inesquecível.

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A Prefeitura Municipal  agradece a participação  de todos escritores  e  que bons resultados preecham esta experiência .

Garça -Fase Regional do Mapa Cultural Paulista 2011

•05/09/2011 • Deixe um comentário

Sete cidades da região participam  da seletiva Fase Regional do Mapa Cultural Pulista 2011 na categoria Dança

Dança de Rua , Contemporânea , Popular …..uma diversidade a ser apresentada no dia 10 de setembro , Teatro Miguel Monico a partir das 20 horas.

Concorrem : Assis , Marília , Ourinhos , Paraguaçu Paulista ,Pompéia , Santa Cruz do Rio Pardo  e São Pedro do Turvo .Garça participa com dança contemporânea da Bailarina e coreógrafa Laura Hatum Gimenes.

Entrada Franca – retire seu convite na Acig ou Secretaria da Cultura 

E   DANCEM !!!!!

Dia 30 de Setembro ás 20 horas:

•13/08/2011 • Deixe um comentário


       CIRCUITO SESI APRESENTA:   

DUO CELTA

Formado por músicos que se desdobram nas funções  de pesquisadores e intérpretes, o DUO CELTA nos brinda com a parceria de dois instrumentos pouco conhecidos, a Harpa e o Obo. (Obo. D’Amore e Corne Inglês) executados primorosamente e com um repertório raro e de intensa beleza.

A pesquisa do Duo Celta prioriza o desafio de trazer para o Brasil as mais antigas canções folclóricas  e  que   fazem  parte  da  tradição  oral  de países  como  Irlanda,  País  de  Gales,Inglaterra e outras regiões de tradição Gaélica.

Circuito Cultural SESI em parceria com a Prefeitura Municipal.

Entrada Franca -mediante retirada de convites,com antecedência, na ACIG e na Secretaria de Cultura,



Viola da Hora dia 03 de Setembro

•13/08/2011 • Deixe um comentário

Projeto Viola da Hora caminha para 25a.Edição. Em setembro o Projeto completará vinte e cinco edições consolidando-se como um dos mais importantes da região .O trabalho sistemático com a cultura tradicional fortalece a identidade local e a particiipação popular .A reunião dos violeiros com suas duplas /perfomances individuais ; os sanfoneiros locais e a culinária tradicional é um acontecimento de importância no cenário cultural de Garça .

Em 2010 a Cultura Local promoveu pesquisa objetivando enfatizar e corrigir a historicidade da dupla Cascatinha e Inhana, inserindo dados relativos ao tempo em que Cascatinha residiu em nossa cidade dando origem ao apelido nacionalmente conhecido . Neste sabado dia 03 a partir das 9 horas compareça na Praça Rui Barbosa e prestigie.

Cascatinha e Inhana - O apelido Cascatinha deriva da adolescência do intérprete quando residia em Garça e quando "fugia da aula " ia se banhar em uma Cascata local ,o que lhe valeu o apelido de Cascatinha.

Dia 02 de Setembro – Circuito Cultural Paulista Apresenta:

•11/08/2011 • Deixe um comentário

“DO JEITO QUE VOCÊ GOSTA” – Com a Cia. do Elevador de Teatro Panorâmico.

O ESPETÁCULO:

 O espetáculoDo Jeito Que Você Gosta é ambientado em dois cenários contrastantes: o da Corte e o da Floresta de Ardenas. A Corte é um ambiente de significados convencionais atribuídos ao mundo da política: poder, traição, lutas e certezas. A Floresta, ambiente no qual se desenvolve a maior parte da ação dramática, é o lugar de acesso à fantasia e à imaginação.

É neste espaço mágico que enfatizamos um dos objetivos centrais dessa comédia shakespeariana: o homem em relação com a natureza, vivendo de acordo com sua dinâmica, encontra a possibilidade de conviver com as diferenças culturais, com o outro, com o que é estrangeiro. Ali, ele pode desfrutar a sensação de harmonia sem abrir mão da diversidade, pois permite se inserir profundamente em um eco-sistema sustentável”, conta Lazzaratto.

 

 Pode-se dizer que em suas comédias, Shakespeare parte do desequilíbrio em busca da harmonia. Seus finais proporcionam encontros, realizações e transformações individuais profundas porque, de alguma forma, seus personagens saem um pouco de si e passam a enxergar o outro, seu entorno, e por isso se renovam e se modificam. Podemos mesmo dizer que eles “melhoram” de suas patologias. E assim também é em Do Jeito Que Você Gosta.

 A Companhia de Teatro do Elevador Panorâmico

  O nome escolhido intriga, porém é facilmente decodificável: o grupo pretende apresentar, como em toda perspectiva artística legítima, uma visão das coisas desde o alto, distanciada das falsas impressões do dia-a-dia, porém alimentada, ao mesmo tempo, por esses mesmos elementos do cotidiano, em toda sua extensão e largura, formando a tal visão “panorâmica”, ou abrangente, das coisas. Dessa maneira, o Elevador Panorâmico se posicionaria no centro de duas linhas axiais.

O nome se reporta, ainda e sobretudo, a uma trilha de orientação ao ator desenvolvida por Lazzaratto em sua tese de mestrado na Unicamp -e ao longo de 50 montagens apresentadas com grupos de diversas escolas de teatro paulistas: o método do “Campo de Visão”.

Com ele, o ator constrói personagens baseados na pura observação de tudo o que se oferece à sua experiência, e mais particularmente a seu olhar. Tal exercício de afinação dos sentidos suprimiria julgamentos estéticos e morais “apriorísticos” para proporcionar um efetivo alargamento da percepção. O descondicionamento do olhar traria à tona, num upgradeevolutivo, potenciais criativos próprios, sepultos sob toneladas de clichês e conceitos obsoletos e não-funcionais. Algo semelhante, na essência, às técnicas de ampliação de capacidades de ação e pensamento de ordens sufis (círculos esotéricos ligados à religião islâmica e também a credos pré-islâmicos), embora o diretor não se refira expressamente a nenhuma religião.

O Elevador Panorâmico encenou na cidade os seus maiores êxitos: “Loucura”, monólogo com uma interpretação de Gabriel Miziara aclamada pela crítica, e “A Hora em que Não Sabíamos Nada Uns dos Outros”, do escritor e dramaturgo alemão Peter Handke, montagem na qual sobem ao palco todos os participantes do grupo.

Palco, propriamente, não. Lazzaratto preferiu levar a peça em pátios internos arborizados, como o do Instituto Goethe de SP. O texto, por sua vez, nada tem convencional, e é mais propriamente um “não-texto”: em lugar de diálogos, Handke especificou mais de 300 rubricas (indicações para diretor e atores), como numa impressionante partitura, traduzida pela especialista em teatro alemão Christine Röhrig.

Como em um jogo de baralho, as “cartas” que comandam a ação e as falas são sorteados entre os atores durante a apresentação, e movimentos corporais semelhantes aos do teatro-dança de Pina Bausch são detonados a partir das posições sempre diferentes dos personagens, gerando seqüência inteiramente diversa a cada récita.

Os 12 amigos que formam a companhia, em 2000, já trabalhavam juntos desde 1997. O início do trabalho é marcado por “A Maratona Mundial de Dança” e “Uma Peça por Outra”. Seus espetáculos são: “A Ilha Desconhecida”, “Loucura”, “A Hora em que Não Sabíamos Nada uns dos Outros”, “Amor de Improviso” e “Peça de Elevador”.

O Diretor-Marcelo Lazzaratto

Ator e diretor formado pelo Departamento de Artes Cênicas da ECA – USP, é Prof. Doutor em Interpretação Teatral no Departamento de Artes Cênicas da UNICAMP.

 

Em 2000 cria a Cia. Elevador de Teatro Panorâmico, na qual exerce a função de diretor artístico, tendo realizado, entre outros, os espetáculos: “A Ilha Desconhecida”, adaptação da obra de José Saramago, “Loucura”, compilação de textos a respeito do tema; “A hora em que não sabíamos nada uns dos outros”, de Peter Handke; o espetáculo processual “Amor de Improviso”; “Peça de Elevador”, de Cássio Pires; “Ponto Zero”, a partir da obra de Salinger, Kerouac e Godard e “Eu estava em minha casa e esperava que a chuva chegasse”, de Jean-Luc Lagarce.

Dia 02 de setembro -20 horas

 – RETIRE SEU CONVITE COM ANTECEDÊNCIA NA ACIG OU SECRETARIA DE CULTURA

 

Circuito Cultural Paulista uma realização da Secretaria de Estado de Cultura em parceria com a Prefeitura Municipal

Mapa Cultural Paulista -Selecionados Fase Municipal

•27/07/2011 • Deixe um comentário

10 Artistas locais credenciam-se para a Fase Regional-

O Mapa Cultural Paulista é um dos mais importantes projetos culturais de São Paulo do ponto de vista formativo, informativo e de circulação de artistas do interior do Estado de São Paulo. Nenhum estado brasileiro possui projeto parecido, podendo tornar-se referência nacional.

Criado em 1995, tem o objetivo de fomentar as produções culturais do interior, revelando valores em segmentos que não teriam acesso aos meios de comunicação e com pouca visibilidade no meio cultural.

Durante a realização do evento, são selecionados artistas de 13 regiões administrativas do Governo do Estado para participar de atividades culturais distribuídas em quatro fases. Em todas elas os artistas que se destacam apresentam seus trabalhos, primeiro no município de origem, depois na região em que está inserido e, ao final, na fase estadual, apresentam-se na capital paulista.

Teatro, Dança, Artes Visuais, Canto Coral, Música Instrumental, Literatura e Vídeo são as expressões artísticas contempladas neste projeto, que juntos revelam o mapeamento cultural de São Paulo.

    O Município de Garça  ,por meio da Secretaria de Cultura, com a colaboração da imprensa local  ,efetuou ampla divulgação para participação dos artistas na fase Municipal

    Após avaliação dos 14 inscritos as Comissões  Julgadoras específicas  selecionaram 10 artistas que representarão nossa cidade na Fase  Regional   nas modalidades de artes visuais,dança , música instrumental e Literatura .

1-Artes Visuais :

  • Artes Plásticas :   Heloisa Elena  Baroni
  • Fotografia :  Carlos Nogaroto    e   Kleber Carreteiro

Carlos Nogaroto- artes visuais -Fotografia

 

Kleber Carreteiro -Artes Visuais - Fotografia

2-Dança : Laura  Hatum Gimenes -solo  Dança Contemporânea

3-Música instrumental :  Ricardo Zeferino Meira  ( Violoncelo )

4-Literatura: (em ordem de classificação)

  • Poesia :

Silvio Lazaro Felipe

Silvio Lazaro Felipe -Literatura -Poesia

Fagner Roberto Sitta

Fagner Roberto Sitta - Literatura Poesia

 Leonor  Zago

Leonor Zago-Literatura -Poesia e Crônica

  • Crônicas:

Veridiana Sganzela

Leonor de Barros Zago

Letterio Santoro

Letterio Santoro - Literatura - Crônica

   

Veridiana Sganzela - Literatura - Crônica

Para análise dos trabalhos inscritos comissões específicas foram compostas por profissionais e representantes de notório saber em cada modalidade artística . Roberto Reis de Oliveira,,atual presidente do Conselho Municipal de Cultura, presidiu e acompanhou os trabalhos seletivos .

Comissão Julgadora

  • 1-Artes Visuais
  • Artes Plásticas:Julia Filardi ( Bauru SP) ,Vera Baracat- e Andréa Delicato-
  • Fotografia:Cristiano Parra(Marília-SP),Vera Baracat  ,Roberto  Reis de Oliveira (e Andréa Delicato
  • Ø 2-Dança –

          Ligia Mendonça Aukar (Marília –SP) , Katia Magali Souza e Roberto Reis de Oliveira de Garça –SP

  • 3-Música :

           Mauro Palmezano , Cristiano Aparecido Santos Dallan( Marília –SP ) e   Andreza Palmezano.

  • 4-Literatura :

Rodolfo Arruda Leite de Barros ( Marília –SP ) , Nancy Guanaes Bonini e Roberto Reis de Oliveira .

     Em relatório final encaminhado pela Diretora de  Cultura Susy Mey Truzzi  à  organização do Mapa 2011 , destacou-se a participação da modalidade literária , ressaltando a produção sistemática da APEG  -Associação de Poetas e Escritores de Garça que participará com 04 representantes na Fase Regional ;o  ineditismo com a presença na edição 2011  de dança contemporânea  e música instrumental  que somado a  qualidade dos trabalhos de artes visuais oferecem  perspectivas para avanço na fase regional.

     O Município de Garça já obteve no Mapa Cultural em  2005 o prêmio O Muncípio de Garça já obteve ,em 2005, o Prêmio Estadual na categoria video – animação com “ Four Speed “ de Carlos Eduardo de Oliveira. Acesse http://vimeo.com/25132766 e verifique o excelente e genial trabalho desenvolvido pelo garcense estadual na categoria vídeo com a animação Four Speed de Carlos Eduardo de Oliveira .Acesse:http://vimeo.com/25132766 e assista o trabalho premiado há 06 anos .

      A  Prefeitura Municipal realizará no dia 30 de agosto , no evento Café & Letras a entrega do certificado de premiação da Fase Municipal do Mapa Cultural Paulista 2011.

Dia 31 de Julho -Domingo -20 horas -Recital de Piano -Thiago Bertold•

•25/07/2011 • Deixe um comentário

Paulistano, Thiago Bertoldi iniciou seus estudos de piano no Conservatório Musical Villa Lobos, em Garça. Em 2006 ficou quatro meses no Canadá se aperfeiçoando e em 2008 ganhou o Prêmio Eleazar de Carvalho, do Festival de Inverno de Campos do Jordão. No ano seguinte foi aceito como aluno universitário da Academia de Música Liszt Ferenc, em Budapeste, na Hungria, sob orientação do professor Gábor Eckhardt, onde também cursa mestrado.

Programa:

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

ingresso R$10.00

Pontos de Venda:

EMCA- Escola Municipal de Cultura .

Teatro Municipal Miguel Monico

SÁBADO mais uma edição do Viola da Hora

•10/06/2011 • Deixe um comentário

Dia 11 a partir das o9 horas a Prefeitura Municipl realiza mais uma edição  do Projeto Viola da Hora

O Projeto Viola da Hora iniciou-se no dia 02 de maio de 2009  ,tem por  objetivo  incentivar ,proteger e zelar pela cultura tradicional de nossa cidade .

Violeiros , acordeonistas , compositores , intérpretes,contadores de causos  são convidados para as apresentações que ocorrem  todo primeiro ou segundo  sábado do mes ,na Praça Rui Barbosa.

A culinária  tradicional faz-se representar com a presença de quituteiras locais que a cada edição distribuem ao público presente  deliciosas receitas .No decorrer das edições, por meio de  pesquisa  somam-se  inúmeros registros,  a serem publicadas como documento da culinária cultural de nossa comunidade .

O  mestre de cerimônia Chico Vieira  , presente em todas as edições ,dialoga com o público sobre aspectos relativos  à cultura tradicional apresentando a historicidade dos grupos  e estimulando a continuidade  de tão importante representação  artística de nossa cidade.

Mais informações : Secretaria de Cultura

                                 Rua Minas Gerais , 180 –Garça

 Fones : 14 34710210 – 14 34713365

Dia 11 de Junho -Confirmado: Workshop de curta metragem com Rodrigo Grota

•09/06/2011 • Deixe um comentário

 

 das 13 as 19 horas na Sala Mulltimídia da Biblioteca Municipal

 

Dia 03 de Junho – São Paulo Companhia de Dança

•23/05/2011 • Deixe um comentário
Dia 03 de junho – 20 horas – Sala Miguel Monico
 
O Circuito Cultural Paulista apresenta:
 
 
A São Paulo Companhia de Dança, criada em janeiro de 2008, pela Secretaria de Estado da Cultura do Governo do Estado de São Paulo é uma Companhia de repertório, que abarca desde coreografias de referência da dança até coreografias inéditas criadas por diferentes artistas especificamente para o seu corpo de dança.
Dirigida por Iracity Cardoso e Inês Bogéa, a São Paulo tem a difusão da dança – produção e circulação de espetáculos – como o núcleo principal de seu trabalho. Desde sua criação produziu doze obras, sendo sete remontagens (Les Noces, de Bronislava Nijinska; Serenade, Tchaikovsky Pas de Deux e Theme and Variations, de George Balanchine, Gnawa, de Nacho Duato, Prélude à l´après-midi d´um Faune, de Marie Chouinard e Sechs Tänze, de Jirí Kylián) e cinco
obras inéditas (Polígono, do italiano Alessio Silvestrin; Ballo, de Ricardo Scheir; Entreato, de Paulo Caldas; Passanoite, de Daniela Cardim e
Os Duplos, de Maurício de Oliveira). Para o ano de 2011 estão previstas três estréias: Legend, de John Cranko, remontada por Richard Cragun; Inquieto, criação do coreografo Henrique Rodovalho para a SPCD e Supernova, remontagem do coreografo alemão Marco Goecke.
A Companhia se apresenta ao longo do ano em São Paulo, em cidades do interior do Estado, além de outras capitais brasileiras.
Na área de registro e memória, o foco é a série de documentários Figuras da Dança na qual personalidades da dança brasileira contam sua história e Canteiro de Obras, material que revela o processo de trabalho das criações da Companhia.
As duas séries são exibidas pela TV Cultura e distribuídas para bibliotecas e universidades. Em 2009 a Companhia lançou Primeira Estação – Ensaios Sobre a São Paulo Companhia de Dança e em novembro de 2010 publicou em parceria com a Imprensa Oficial, Sala de Ensaio – Textos Sobre a São Paulo Companhia de Dança.
Suas atividades se completam com ações educativas e de formação de plateia como Palestra com o Professor, Espetáculos Abertos para Estudantes, Oficinas para Bailarinos e Cursos Intensivos de
Dança
.
Desde seu surgimento a SPCD já lançou 25 documentários.
A Companhia é um lugar de encontro dos mais diversos artistas para que se possa pensar em um projeto brasileiro de dança.
 
Circuito Cultural Paulista é uma realização da Secretaria de Cultura do Estado em parceria com a Prefeitura Municipal .
 
Entrada Franca mediante retirada de convites com antecedência na Secretaria de Cultura e ACIG
Mais Informes : 14 34710210
 

Cultura contemplada com Projeto Giro na Dança

•14/05/2011 • Deixe um comentário

    A  PMG ,por meio da Secretaria de Cultura  ,foi contemplada com o Projeto Giro na Dança por meio  Secretaria de Estado da Cultura.

       O Projeto objetiva a formação de público  com a cirulação de espetáculos e  ações formativas e informativas  produzidas pelo setor educativo da  São Paulo Companhia de Dança com as cidade do interior.

        A Diretora de Cultura , Susy Mey Truzzi , ressalta a importância do Projeto para estimular a criação de uma Cia. estável de Dança  em nossa cidade,a ser formada ,por exemplo, por alunos de estágio avançado  da Escola de Cultura Artística  e interessados , com perspectivas de intercâmbios  e desenvolvimento, oportunizando aos seus integrantes a inserção  nas    audições anuais  promovidas pela SP Cia. de Dança e desta forma abrindo o mercado de trabalho para alunos interessados na continuidade de aprendizado .

  • O Projeto Giro na Dança :

              Dia 03 de JunhoA  Oficina para Bailarinos de Balé Clássico  é um dos itens do Projeto e oportunizará  a  inscrição gratuita de 30 participantes ,atendendo a critério seletivo de estágio avançado de prendizagem   . Nas aulas de balé clássico os alunos terão  a chance de conhecer um panorama da técnica de balé clássico usada em uma companhia profissional.

               Na mesma data na Biblioteca Municipal  ,com entrega oficial , serão doados os Produtos da Companhia, videos e livro ,  para utilização dos usuários e de toda comunidade interessada:

  • Livro Sala de Ensaio

Para a dança, a sala de ensaio é o lugar das descobertas, dos encontros, dos acertos, das falhas; um espaço em branco, preenchido diariamente com movimentos e idéias”, reflete Inês Bogéa, organizadora do livro Sala de Ensaio – Textos sobre a São Paulo Companhia de Dança, cujo título remete a este espaço em sentido amplo. Os textos de Antonio Prata, Manuel da Costa Pinto, Sandra Meyer, Francisco Bosco, Márcia Strazzacappa, Flávia Fontes Oliveira, Fabrício Corsaletti, Agnaldo Farias e da própria organizadora, além dos desenhos do cartunista Caco Galhardo revelam as particularidades da dança e da São Paulo Companhia de Dança e, ao mesmo tempo, abordam aspectos universais da arte da dança por olhares distintos. Os autores convidados passaram um ano, acompanhando o trabalho e o cotidiano da São Paulo Companhia de Dança, com o intuito de ampliar a reflexão sobre essa arte.

  • Série  Box Figuras da Dança

Idealizada por Iracity Cardoso e Inês Bogéa, a série já conta com quinze episódios: Ady Addor, Ismael Guiser (1927-2008), Ivonice Satie (1950-2008), Marilena Ansaldi, Penha de Souza, Antonio Carlos Cardoso, Hulda Bittencourt, Luis Arrieta, Ruth Rachou, Tatiana Leskova, Angel Vianna, Carlos Moraes, Márcia Haydée, Décio Otero e Sônia Mota. Em 2008 os documentários foram dirigidos por Inês Bogéa e Antonio Carlos Rebesco (Pipoca), em 2009 por Inês Bogéa e Sérgio Roizenblit e em 2010 por Inês Bogéa e Moira Toledo.

Os programas exibidos na TV Cultura, atingiram, na sua primeira exibição, uma média de 250.480 domicílios/ano na grande São Paulo (Fonte: Ibope / Media Workstation GSP). Os documentários são reunidos em uma caixa de cinco DVDs, acompanhadas de livretos informativos de 36 páginas sobre cada artista, com texto de pesquisadores, fotos históricas e cronologia.

  •  Canteiro de Obras

 

Registrar sua trajetória e potencializar a reflexão sobre os processos de criação e de produção em dança no país. Este é o objetivo de Canteiro de Obras, um documentário produzido anualmente pela São Paulo Companhia de Dança – em parceria com a TV Cultura – que conta a sua própria história

As produções, os projetos educativos e de memória, as apresentações e os depoimentos de pessoas envolvidas com as ações da Companhia são registradas ao longo do ano pela diretora do projeto Inês Bogéa. “Por meio do documentário os espectadores passam a conhecer os bastidores da produção da Companhia, as formas de trabalho, de atuação, os processos e os resultados das nossas produções. E aquilo que conhecemos intimamente pode ser apreciado de outra forma. Os espectadores também podem partilhar parte das dificuldades e dos prazeres de se trabalhar para e com a dança”, fala Inês, que assina ao lado de Iracity Cardoso, a concepção da série. “A cada edição é possível conhecer um pouco mais de uma das áreas envolvidas na criação”, completa.

              A São Paulo Companhia de Dança foi criada e é mantida pelo Governo do Estado de São Paulo desde 2008.

V Festa das Nações – 07 e o 8 de Maio -Parque da Concha Acústica do Lago

•01/05/2011 • Deixe um comentário

Uma programação cheia de sabores da cultura brasileira,  com recheio das barracas de comidas típicas e muita diversão no EspaçoAcontecer  – V Festa Das Nações é uma realização da Prefeitura Municipal & Instituições e Grupos de Serviços  locais -

 
 

Dona Zaíra dia 07- 22 horas - Forró , Maracatu -O grupo parte parte para seu segundo CD com participação especial de Dominguinhos e outros.

 

A Orquestra de Violeiros de Garça destaca-se em nossa região.Sob a regência do maestro Adriano e excelentes violeiros abrilhantam a abertura do evento . Dia 07 -20 horas

 

 

Grune Stadt -Grupo folk alemão - de Maringá -PR - uma atração maravilhosa com danças típicas e e muita informação.Dia 07 -21 horas

 

Dia 07-Foco na Música Italiana com o intérprete IVano -I-reconhecido nacionalmente .

 
 

 dia 08 domingo – Uma deliciosa manhã com apresenatações para crianças de todas as idades :

Projeto Guri , Circo Escola de Garça , Orquetras Distrital de Jafa e Miss Nações Infantil 

 

Da Capital do Folclore -Olímpia SP para Garça - Grupo Anastasis -danças brasileiras -Dia 08 a partir das 12 horasA Banda Alquimia de Garça retoma o cenário musical com um repertório de Pop Rock anos 80 -Dia 08 - a partir das 17 horas

 
 
 

Grupo Kateretéc -Registro -SP - Um imperdível show de diversidade Cultural . O Grupo foi vencedor da ultima edição do Mapa Cultural Paulista. Dia 08 -19 horas

 

O grupo Bathú de Garça encanta pela originalidade . Sob o incetivo do professor e percussionista José Roberto Moisés apresntam-se como uma perspectiva inovadora no cenário musical de noss cidade

 

A Banda Alquimia retoma o cenário musical com Pop Rock anos 80-Dia 08 19 horas

 

No encerramento a orquestra Santa Cecília de Garça -orgulho de nossa cidade qualifica-se a cada apresentação para uma inserção no cenário artístico do estado .

Projeto Café & Letras Dia 27 -Sessão de autógrafos -Hey,anos 80! -Veridiana Sganzela Santos

•22/04/2011 • Deixe um comentário

Hey, anos 80!

O saudosismo já começa no título, inspirado numa música de Raul Seixas. Mas na verdade os textos não são exclusivamente sobre a década de 80, mas um pouco dos 90, outras sobre coisas mais recentes, embora a presença dos “anos de trevas” predomine.

As crônicas acabam revelando algumas particularidades da minha infância e adolescência, mas retrata ao mesmo tempo (o que é mais importante!) aspectos de Garça: lugares, festas, escolas, clubes, fins de semana. Tentei lembrar o que era moda, dos filmes, das bandas, dos programas de TV e até das bobagens que a gente consumia, pois me recordo de tudo isso com muito carinho. Há alguns textos feitos, acidentalmente, com dois grandes amigos. Conversas na internet que achei legal transformar em crônicas “dialogadas” – não sei se isso vai causar algum estranhamento.

Do barzinho O Porão, à Etec Monsenhor Antônio Magliano, passando pelo brejo do lago e pelos berimbaus no Grêmio; de Legião Urbana à Cyndi Lauper, dos clichês da Sessão da Tarde à Copa do Mundo de 94, de Dipn´Lik ao visual New Wave: imagino que tudo isso não dá saudades só em mim, por isso tive vontade de compartilhar essas lembranças ao montar esse livrinho. Todos os textos foram publicados no jornal Comarca de Garça ao longo de quase 5 anos de colaboração como cronista. Com relação a alguns, tive um retorno muito gratificante por parte de outros oitentistas (ou mais velhinhos). Uma prova de que esses anos não foram assim tão trevosos!

Veridiana Sganzela Santos

 jornalista ,membro da APEG – Associação dos Poetas e Escritores de Garça  e mais….

 nas linhas   que  dirigem os textos de Veridiana   / sem remetentes a memória envia cartões postais de um tempo em que no trãnsito do dia a dia atropelávamos alegrias distraídas pela ruas e esquinas  perguntando  que País  é esse …tinhamos ” todo amor que houver nesta vida …que era louca e breve e que nos levou até aqui como uma onda do mar”.Vê o Tititi continua em cena ,na Santana do agreste ainda moram Tietas e Perpétuas,Rambos , Comando para matar  e nos pet shops  ainda não encontramos nenhuma doação de Gizmo ( gremelins) Bom passar gel new wave no tempo,pulseiras coloridas  de um relógio champion e tudo all star.

Isso Veridiana  Hey  ,anos 80! A existência não possui a suposta maciez dos hidratantes mas a memória pode camuflar a realidade com 20 anos a menos .

Obrigado por aceitar  o convite!

Susy Mey

TODO DIA ERA DIA….

•19/04/2011 • Deixe um comentário

 

Em ofício datado de 31 de janeiro de 1880, o Diretor Geral de Índios, Luiz Joaquim de Castro Carneiro Leão, explica ao Presidente da Província, Laurindo Abelardo de Brito, a situação dos aldeamentos indígenas em São Paulo.

             O Diretor de Índios informa quais são os 11 aldeamentos existentes na Província, o ano de sua fundação e a quais municípios pertencem:

            – no município da Capital existem quatro aldeamentos: de Pinheiros (desde 1560), de Baruery (desde 1856), de Carapucuhiba (desde 1550) e de São Miguel (desde 1850);

            – no município de Mogi das Cruzes existem dois aldeamentos: de Itaquaquecetuba e de Escada (o documento não informa a data de fundação);

            – no município de Santo Amaro, o aldeamento de MBoy, desde 1850;

            – no município de Queluz, o aldeamento de Queluz, também sem data;

            – no município de Iguape, o aldeamento de Itarery, desde 1837;

            - no município de Faxina, o aldeamento de São João Baptista, desde 1843;

            – no município de Botucatu, o aldeamento de Tijuco Preto, desde 1864.

            Ele relata que os indígenas estão abandonando os aldeamentos de São João Baptista e de Itarery, motivados pela falta de meios para manter o estabelecimento e pela falta de ferramentas para o trabalho agrícola. Ainda segundo Carneiro Leão, somente poderia ser chamado de aldeamento o grupo de Carapicuhiba, devido ao maior número de indígenas que ali moravam. Em outros aldeamentos, os índios estão extintos pois seus descendentes confundem-se com a população local.

            O diretor também informa que “os indígenas são em geral mansos”, e que pertencem às tribos dos Tupiniquins, Guaianazes, Guarany e Purys. Suas principais ocupações são a pequena lavoura de mantimentos, a pesca e a caça.

            Este ofício foi retirado do fundo documental Secretaria de Governo. Há duas caixas com diversos documentos da Diretoria Geral de Índios, que datam dos séculos XVIII e XIX. São relatórios de quotas, solicitação de serviços e ferramentas, denúncias de invasões, assim como, conflitos entre indígenas e colonos, entre outros.

           Alguém sabe por que o dia 19 de abril foi escolhido o Dia do Índio?

FONTE : Arquivo Público do Estado de São Paulo

 
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